Esteja preparado para
o futuro do trabalho.

Um evento exclusivo com autoridades no assunto
e workshops com imersão em conteúdos práticos
baseados em cases da Harvard Business School


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O futuro do trabalho parece sombrio

Há um consenso absoluto de que a tecnologia vai substituir as pessoas.

Estudos estimam que 10% das funções nos Estados Unidos serão automatizadas em 2019 e quase metade das funções será automatizada até 2029.

O CEO do Deutsche Bank previu que metade dos seus 97 mil funcionários poderia ser substituída por robôs.

39% dos empregos no setor jurídico poderão ser automatizados nos próximos 10 anos.

Os contadores têm 95% de probabilidade de perder seus empregos para a automação.

Para empresas de produção ou manufatura, o futuro pode chegar até mais cedo com o advento dos “pedreiros robotizados”.

Elon Musk, o titã espacial e automotivo, disse que as máquinas são a “maior ameaça existencial” da humanidade.

O National Institute of Standards prevê que “o aprendizado de máquina poderá melhorar a capacidade de produção em até 20%” e reduzir o desperdício de matérias-primas em 4%.


Os desafios para
as pessoas e as
organizações
O Professor Joseph Fuller, que lidera o projeto "Gestão do futuro do trabalho" da Harvard Business School, e grandes especialistas no assunto abordarão questões sobre como a transformação digital está afetando a relação entre as pessoas, os negócios e a economia.

Você está desenvolvendo as habilidades que não serão automatizadas? E a sua equipe?

Soft skills como tomar decisões certas com base em pensamento crítico, comunicação clara, resolver problemas complexos, aprender por meio da adaptação e trabalhar bem com outras pessoas são as habilidades mais difíceis para uma máquina entender e sistematizar. São elas que nos dão - e continuarão dando - vantagens sobre os robôs.

Os seres humanos são estratégicos; máquinas são táticas!

O objetivo da tecnologia é aumentar a produtividade e não reduzir a força de trabalho.

Como preparar pessoas e organizações?
Quais habilidades serão valorizadas no mercado de trabalho?
Qual o perfil do líder do futuro? E o das equipes?
Que fatores vão impactar a educação?
Quais os novos modelos de aprendizado?
Qual a importância do propósito para as empresas e as carreiras?
Como criar e manter uma cultura organizacional em um ambiente de trabalho virtual?
Junte-se a empresários, gestores, executivos e empreendedores das mais diversas áreas no Fórum Harvard Business Review Brasil, FUTURO DO TRABALHO, onde você terá oportunidade de esclarecer estas e outras dúvidas que o farão prosperar em um mundo cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo.

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Conheça os palestrantes
Joseph Fuller
Professor de práticas de gestão em administração geral na Harvard Business School e co-lidera a iniciativa da escola "Gestão do Futuro do Trabalho". Durante suas três décadas em consultoria, Fuller trabalhou com executivos seniores e formuladores de políticas em uma ampla variedade de questões relacionados à estratégia corporativa e competitividade nacional. Ele tem uma experiência particularmente profunda em setores com forte dependência de tecnologia, como ciências da vida e indústrias de defesa e aeroespacial.


Garrick Jones
Empresário, acadêmico e músico. Ele é membro da London School of Economics and Political Science, onde sua pesquisa está focada na tomada de decisões organizacionais, no futuro da aprendizagem e nas economias criativas. Ele é sócio fundador do Ludic Group, uma empresa global de consultoria e design cujo maior foco é a transformação de organizações e seus colaboradores.


Tomás Roque
Sócio da PwC com mais de 20 anos de experiência acumulada em projetos voltados a definição da estratégia da tecnologia da informação. Recentemente tem liderado projetos de Analytics com foco em análises preditivas e prescritivas, tendo sido responsável pelo desenvolvimento da plataforma de gestão de capital humano – People Insights da PwC.


Rodrigo Capelato
Diretor executivo e de Assuntos Econômicos do Semesp. Sócio da Expertise Educação. Possui graduação em Economia pela USP, MBA em Tecnologia da Informação pela Fundação Instituto de Administração da USP e em Administração pela FAAP.


Bruno Szarf
Atualmente é Vice-Presidente de Gente e Gestão Corporativa na Ypê. Graduado em Engenharia Elétrica pela Unesp, com ênfase em Gestão e Negócios pelo Instituto Politécnico de Grenoble, pós-graduação em Finanças pela FGV e MBA em Gestão Estratégica pela USP e Negócios pelo ESADE Madrid. Na Elektro, onde atuou por sete anos, passou pelas áreas de recursos humanos, logística e operações antes de assumir a posição de Diretor de Recursos Humanos.


VanDyck Silveira
Com mais de 18 anos de experiência em ensino superior e treinamento empresarial, foi presidente do Grupo Ibmec e hoje é o atual CEO da Trevisan Escola de Negócios. Graduado em Economia pela Willamette University, mestrado e doutorado em Economia pela Claremont Graduate School. Possui larga experiência internacional, tendo atuado nos últimos anos em empresas como IE Business School, Financial Times e BTS.

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O que você encontrará no evento
No primeiro período do dia, nossos palestrantes - entre eles renomados professores, pesquisadores e executivos - farão suas exposições com momentos de discussão ao final de cada palestra. Em seguida, logo após o almoço, você participará de um dos quatro workshops baseados em estudos de caso da Harvard Business School. Este é momento de maior aprendizado: você terá a oportunidade de ver, escutar, discutir, fazer e ensinar. A melhor forma de aprender, de fato, como estar preparado para o futuro do trabalho.
Agenda
Case 1
LUXOR SA:
From Professional to
Managerial Leadership

Discute as futuras habilidades necessárias aos profissionais

Desde a sua criação em 1973, a LUXOR SA passou a ocupar uma forte posição no mercado internacional. No entanto, mudanças importantes estavam ocorrendo no mercado internacional de computadores que a empresa precisava levar em consideração. A pressão crescente do mercado e uma clientela mais exigente estavam mudando drasticamente o papel dos vendedores. Em vez de vender produtos prontos, eles começaram a trabalhar com os clientes, identificando suas necessidades específicas de produtos e aconselhando-os sobre estratégias de mercado apropriadas. Os vendedores precisavam adquirir competências técnicas e científicas mais elevadas, conhecimento financeiro e de marketing e habilidades de negociação. Parecia evidente que a LUXOR SA precisava criar um programa que preparasse e ajudasse as pessoas a lidar progressivamente com as mudanças na organização e no mercado. No final de 2003, o novo CEO decidiu que seria necessária uma reorganização estrutural e uma revisão de políticas para manter uma posição viável no mercado global. Tendo em mente as mudanças externas nos negócios, a LUXOR SA pretendia tomar as medidas necessárias para se tornar uma organização inovadora, orientada para as tendências e orientada dirigida para o marketing.

Facilitador: Rogerio Estevão, vice-presidente de Desenvolvimento Organizacional da Orizon

Case 2
McKinsey and LUNAR:
Acquiring a Design Firm

Aborda como a empresa ao adquirir outra pode trazer inovação ao modelo de negócio

O caso explora a possível aquisição pela McKinsey & Company da empresa de design LUNAR em resposta aos novos rumos que a consultoria está tomando. A partir de 2014, uma nova unidade interna incluiu a implementação de laboratórios digitais, que exploravam novas oportunidades para a empresa e logo se tornaram os principais vetores de crescimento da consultoria. Visando novas capacidades e conhecimentos, a liderança sênior solicita aos chefes da Prática de Desenvolvimento de Produto (PDP) que fiquem de novo em boas oportunidades. O design é uma dessas capacidades, mas deve ser incorporado: uma parceria com uma empresa de design existente? Uma aquisição definitiva? Ou desenvolvendo organicamente, contratando designers para trabalhar dentro da empresa? Por fim, a opção de aquisição é escolhida como uma maneira de garantir talento comprovado em design, marca, portfólio, infraestrutura e cultura. Uma equipe da PDP apresenta uma proposta para adquirir uma empresa de design para o conselho da McKinsey, que dá sinal verde para um teste piloto. A McKinsey & Company pede à LUNAR que realize um workshop (para a reformulação de um gabinete de armazenamento de laptops) e fica mais do que impressionada com o resultado. As discussões para adquirir a empresa de design começam, mas as questões estratégicas, organizacionais e operacionais devem ser resolvidas primeiro. Os participantes devem avaliar se a opção de aquisição será bem-sucedida, se há uma rota melhor (com as respectivas vantagens e desvantagens) e quais alavancas organizacionais podem ser usadas para otimizar a integração da LUNAR.

Facilitador: Eduardo Vilas Boas, Mestre e Doutor em Administração pela FEA- USP

Case 3
Gisbert Rühl:
Leading Digital
Transformation at
Klöckner & Co

Papel do CEO como principal líder para a transformação digital

Este caso de pesquisa de campo apresenta uma descrição das principais transformações digitais em uma organização tradicional. O caso traça brevemente mais de 100 anos de história da Klöckner & Co, uma distribuidora global independente de aço e metal, e apresenta desafios enfrentados pelo setor. Em seguida, descreve o processo de pensamento de Gisbert Rühl, CEO da empresa, preocupado em levar a empresa para o futuro diante das mudanças globais enfrentadas pelo setor. O caso apresenta a visão de Rühl das oportunidades digitais para a organização e suas tentativas de preparar a empresa para a era digital. O caso presta atenção especial à transformação pessoal do líder no processo de transformação de sua empresa.

Facilitador: Renato Grinberg, palestrante renomado na área de Liderança, autor de livros

Case 4
Jean-Philippe Courtois at
Microsoft Global Sales,
Marketingand Operations:
Empowering Digital Success

O papel da liderança na transformação da cultura organizacional em um mundo digital

Quando Jean-Philippe Courtois assumiu o controle das vendas globais, marketing e operações da Microsoft em 2016, reportando-se diretamente ao CEO Satya Nadella, ele percebeu que precisava levar a organização para longe de uma "cultura de inspeção" em direção a uma cultura de aprendizado e treinamento. Após uma primeira fase de transformação, focada em fornecer às equipes de vendas da Microsoft as habilidades certas para acompanhar os clientes enquanto eles se mudam para a nuvem, uma segunda fase teve como objetivo transformar fundamentalmente seus comportamentos e mentalidades. O estudo de caso descreve como Courtois e sua equipe de liderança conceberam e executaram um esforço de mudança de cultura que consiste em aproveitar a tecnologia para gerar insights sobre os padrões de trabalho de funcionários e parceiros e possibilitar conversas de coaching que ajudariam a equipe a aproveitar de maneira mais eficaz seu tempo para servir os clientes e obter resultados importantes.

Facilitador: Luiz Eduardo Drouet, executivo e docente, managing partner na Share RH, foi diretor do Endeavour e RGI (Rede Global de Empreendedorismo).

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Informações sobre o evento




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